Brumas de Sintra

Ponto de encontro entre a fantasia e a realidade. Alinhar de pensamentos e evocação de factos que povoam a imaginação ou a memória. Divagações nos momentos calmos e silenciosos que ajudam à concentração, no balanço dos dias que se partilham através da janela que, entretanto, se abriu para a lonjura das grandes distâncias. Sem fronteiras, nem limites

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O meu nome é Maria Elvira Bento. Gosto de olhar para o meu computador e reconhecer nele um excelente ouvinte. Simultaneamente, fidelíssimo, capaz de guardar o meu espólio e transportá-lo, seja para onde for, sempre que solicitado. http://brumasdesintra.blogspot.com e brumasdesintra.wordpress.com

quarta-feira, 29 de abril de 2009

ESTÁ AÍ A PANDEMIA HÁ MUITO ANUNCIADA


Nos tempos actuais assiste-se ao despoletar de uma situação há muito esperada pelos cientistas ((5 anos): uma pandemia gripal ameaçar o mundo. Não foi a das Aves, foi bom o alerta então dado já que deu tempo para os países, os hospitais e os laboratórios a prepararem-se melhor para o futuro que acabou por nos trazer a Gripe do México ou Gripe Suína -designação oficial. A partir de 30.4, passou, por decisão da OMS, a ser denominada por Gripe A. Tentativa de não prejudicar mais a imagem do México e a venda da carne de porco. Classificada pela Organização Mundial de Saúde como nível de alarme 5 (6 é o máximo) até agora não vê motivo para esse nível ser alterado. A situação, tudo parece indicar, já não consegue impedir o avanço do contágio do vírus (que pode sofrer mutações, dificultando ainda mais a existência de uma vacina) que se transmite de pessoa para pessoa. Como continuam voos para o México é difícil imaginar que a Gripe A se fique por aqui. A tendência é para uma propagação crescente.


Até agora, 22:32, de 29 de Abril, não há, em Portugal, nenhum caso confirmado de pessoas afectadas. O primeiro grupo de portugueses que chegou do México ocorreu a 28, como o vírus (H1N1) pode surgir entre os 5/7 dias, até 5 de Maio, a situação pode alterar-se. Só que, entretanto, o vírus já foi transportado velozmente através dos aviões, do contacto directo ou indirecto entre as pessoas, tanto na Nova Zelândia como em Israel, tanto em Lisboa como em S.Petesburgo. Nesta situação não há distâncias. Não chegar a Portugal era um verdadeiro milagre. Apesar da protecção do Atlântico, temos de estar preparadas para o que acontecer e, sem alarmismos, confiarmos e exigirmos que o Governo esteja capaz de pôr em prática o que deve ser dado aos cidadãos, nesta situação de profunda preocupação.


Há que estar atento às directrizes emanadas pelo Ministério da Saúde. Nada de correrias aos supermercados. Nada de auto medicação. Nada de esgotar os anti-retrovirais nas farmácias. Nada de descontrolo. Estarmos preparados para o que o futuro nos trouxer desejando que, com a ajuda de Deus (tenha para si o nome que tiver), a protecção do Atlântico, o terminar da época da gripe normal, consigamos ultrapassar uma situação que nos pode deixar vulneráveis. Talvez tenhamos de mudar de comportamento por uns tempos, façamo-lo. Talvez tenhamos de optar por um certo isolamento, talvez. Talvez sim ou talvez não.



Volta o teu rosto sempre na direcção do Sol e, então, as sombras ficarão para trás
(provérbio russo)

2 Comentários:

Blogger Gui disse...

Concordo que a situaç~so desta vez é mesmo muito grave, e preocupante. Virá aí uma nova pneumónica? Tudo indica que sim. Que Deus nos proteja!

1 de maio de 2009 às 13:29  
Blogger MEB disse...

Talvez não vá ser fácil (acho que já foram cometidos vários erros) mas se estamos tão perto de Deus na alegria, como não vamos estar no tempo da preocupação? O Gui tem uma situação privilegiada...

1 de maio de 2009 às 22:39  

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