Brumas de Sintra

Ponto de encontro entre a fantasia e a realidade. Alinhar de pensamentos e evocação de factos que povoam a imaginação ou a memória. Divagações nos momentos calmos e silenciosos que ajudam à concentração, no balanço dos dias que se partilham através da janela que, entretanto, se abriu para a lonjura das grandes distâncias. Sem fronteiras, nem limites

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O meu nome é Maria Elvira Bento. Gosto de olhar para o meu computador e reconhecer nele um excelente ouvinte. Simultaneamente, fidelíssimo, capaz de guardar o meu espólio e transportá-lo, seja para onde for, sempre que solicitado. http://brumasdesintra.blogspot.com e brumasdesintra.wordpress.com

segunda-feira, 26 de julho de 2010

EXPLORA OS TEUS SONHOS ATÉ À VERTIGEM



...Nós vivemos num oceano de vibrações, de cores, de imagens. O mundo visível não é senão um aspecto, uma imagem, um instante do Movimento, como uma onda no mar, ou uma ponta na trama infinita de um facto. Não há mundo, mas uma multidão de mundos. Aprende a ver o interior das coisas, com os olhos do espírito. Não aceites a realidade superficial das coisas. Essa parede não é uma parede mas, sim, um conjunto de moléculas que rodopiam a uma velocidade louca, um mosaico de vibrações que mexem, giram, se modificam constantemente.Utiliza as potencialidades das visualizações. A forma, a imagem sobre a qual meditas tornar-se-ão realidade. Podes explorar as variações múltiplas do Universo. Tudo dependerá do género de mundo que tu quiseres ver aparecer. É um jogo intenso, hipnótico, que nos faz viajar para longe, sem deixar o instante. Se este mundo te aborrece, então muda de mundo. Mudar de mundo, é mudar de consciência. É preciso desaprender, e aprender de outro modo. No limite das tuas percepções vive uma multidão de formas de vida levando uma existência paralela à tua. Aceita o milagre dos outros mundos como uma realidade, tão verdadeira e tão fugitiva como a tua realidade quotidiana.


Temos uma quantidade de corpos, e apenas temos consciência do corpo material. Podes deslocar-te, passar de um corpo para outro. É como se habitasses num apartamento de um imóvel de cinquenta andares, sem saber que é possível abrir uma porta, explorar as outras divisões, os outros andares. Retoma consciência de ti mesmo. Explora os teus sonhos, os teus desejos, as tuas sensações, até à vertigem. Observa o mundo a partir do espírito, e vê-lo-ás abrir-se, multiplicar-se, enriquecer-se. A sua profundidade é infinita. Pousa sobre o mundo os olhos do mago e ele responder-te-á pelo encantamento dando-te amor. Atrás da aparência das coisas, há estradas, passagens, que levam a outros mundos, outros universos - isto é, outros planos de realidades. Podes entrar numa imagem ou numa música utilizando a meditação, isto é, a concentração do espírito. Não oponhas o visível e o invisível, o mundo material e o mundo do espírito. Seria como afirmar que o gelo não é água. Aprende que a forma não passa de uma ilusão. Nós isolamos as formas, podemos designá-las, nomeá-las, sem saber que elas são as sequências de um ritmo eterno, como o movimento inconstante das ondas.Tudo existe. A meditação abre a passagem, arranca vendas e mordaças, desbloqueia portas e janelas, mostra-nos as outras paisagens e diz-nos: Estais lá. Deslocai-vos! Estais livres. Habitais todos os mundos!... (D.R)




...Aprende a conhecer os poderes do teu espírito, se quiseres conhecer os mistérios da vida...
(Dugpa Rinpoché)

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