Brumas de Sintra

Ponto de encontro entre a fantasia e a realidade. Alinhar de pensamentos e evocação de factos que povoam a imaginação ou a memória. Divagações nos momentos calmos e silenciosos que ajudam à concentração, no balanço dos dias que se partilham através da janela que, entretanto, se abriu para a lonjura das grandes distâncias. Sem fronteiras, nem limites

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O meu nome é Maria Elvira Bento. Gosto de olhar para o meu computador e reconhecer nele um excelente ouvinte. Simultaneamente, fidelíssimo, capaz de guardar o meu espólio e transportá-lo, seja para onde for, sempre que solicitado. http://brumasdesintra.blogspot.com e brumasdesintra.wordpress.com

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

O IMPOSSÍVEL E DESEJADO S-I-M DE MOU



Estar lá, em Espanha-Madrid, já lá estão os portugueses quais comerciantes do século XVI, na rota do diálogo e das conquistas. Estão estes altos dignitários numa missão que tanto tem de impossível como de inteligente sem deixar, claro, de estar imbuída numa tal capacidade de encanto que recordamos mais do que nunca a ansiedade do saudoso Torres quando suspirou: deixem-me sonhar. Assim somos nós, portugueses, ao lembramos que em Outubro (até é um mês simpático, cordial, bem falante) temos (a órfã Selecção Nacional) de enfrentar no dia 8 a equipa da Dinamarca e a 12 a da Islândia, selecções vindas do frio com uma imensa vontade de incendiar as nossas balizas e o Eduardo também.


Este 2o10 tem sido um ano e tanto; não nos tem faltado nada para nos preocupar, e no que toca à Selecção oh! oh! nem digo nada que nunca toquei com um dedo em quem (mesmo que fique depois milionário) está na mó de baixo. Assim, como hoje não me apetece escrever estou aqui para dizer que: sim senhor, a ideia do Tony (o primeiro futebolista que entrevistei, estava com um casaco de peles até aos pés e achei aquilo, invulgar e giro. Outros tempos. Pensando melhor, seria o Humberto Coelho? Não me lembro agora, confesso) de pedir auxílio como Missão de Salvamento Nacional a Mourinho é de génio. E de génio será se ele ( o Mou) se disser sim. Se o fizer, ficam todos a ganhar! Vejamos: nós, enfim, mesmo que se perca ter o Mourinho a orientar por dois jogos, a prazo, é melhor do que papos de Anjo (doce conventual). Espanha, ficaria perante o mundo com uma aureola mais luminosa do que aqueles astros que o Máximo Ferreira nos revela na Antena Um e, importantérrimo, que bom aspecto daria para a nossa coabitação desportiva a propósito da parceria para 2018/22. Já viram bem? Os espanhóis ficavam reis do desportivismo e savoir-faire ao ceder por dois joguinhos o Special One, nós papávamos os friorentos jogadores e, Mourinho, tinha direito a passadeira vermelha e a ser condecorado. E os ingleses, ficavam a roer as unhas.



http://www.youtube.com/watch?v=TeOhPR_0x8E


Nunca se dá tanto do que quando se dá esperança
(A. France)


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