Brumas de Sintra

Ponto de encontro entre a fantasia e a realidade. Alinhar de pensamentos e evocação de factos que povoam a imaginação ou a memória. Divagações nos momentos calmos e silenciosos que ajudam à concentração, no balanço dos dias que se partilham através da janela que, entretanto, se abriu para a lonjura das grandes distâncias. Sem fronteiras, nem limites

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O meu nome é Maria Elvira Bento. Gosto de olhar para o meu computador e reconhecer nele um excelente ouvinte. Simultaneamente, fidelíssimo, capaz de guardar o meu espólio e transportá-lo, seja para onde for, sempre que solicitado. http://brumasdesintra.blogspot.com e brumasdesintra.wordpress.com

sexta-feira, 22 de maio de 2009

A PINTORA QUE DESAFIOU O SÉCULO XIX



Mary Cassatt, pintora impressionista, faria hoje 165 anos; nasceu a 22 de Maio de 1844 e faleceu a 14 de Junho de 1926 (82 anos), perto de Paris. Desde muito cedo que a América a fascinavam e foi aí que viria a estudar arte na Academia da Pensilvânia. Ela teve o grande mérito de, no século XIX, enfrentar e vencer num mundo marcadamente masculino. Participou em várias exposições de 1879 a 1886, evidenciando-se as suas obras por um estilo muito próprio onde a suavidade e a luminosidade eram marcantes. Pintou muitas crianças. Nas suas telas encontram-se sensualidade, pureza, movimento. Edgar Degas, grande admirador das suas obras -eram amigos mas alguns historiadores consideraram-nos amantes o que não era confirmado por outros, devido à maneira de ser do pintor. Teve forte influência na mudança de estilo de Mary (adorava crianças. Degas era estéril) que começou a usar cores claras. Degas, frequentemente, defendeu-a perante alguma crítica da época que não tinha por Mary tanta admiração. Algumas das suas telas foram severamente criticadas. Mary conviveu com grandes pintores como Monet, Pissarro, Renoir, entre outros e admirava Manet, Courbet, e, claro, Degas. Em 1868 fez a sua primeira exposição e em 1884, com 30 anos, deixou de pintar.


http://www.youtube.com/watch?v=7JswrTIuct0




Uma vida é uma obra de arte. Não há poema mais belo que viver em plenitude
(Georges Clemenceau)


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