Brumas de Sintra

Ponto de encontro entre a fantasia e a realidade. Alinhar de pensamentos e evocação de factos que povoam a imaginação ou a memória. Divagações nos momentos calmos e silenciosos que ajudam à concentração, no balanço dos dias que se partilham através da janela que, entretanto, se abriu para a lonjura das grandes distâncias. Sem fronteiras, nem limites

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O meu nome é Maria Elvira Bento. Gosto de olhar para o meu computador e reconhecer nele um excelente ouvinte. Simultaneamente, fidelíssimo, capaz de guardar o meu espólio e transportá-lo, seja para onde for, sempre que solicitado. http://brumasdesintra.blogspot.com e brumasdesintra.wordpress.com

sábado, 15 de agosto de 2009

CADA VITÓRIA É COMO UM NASCER DE SOL


Se quer expulsar o medo, abra as portas e janelas no interior de si próprio, faça entrar a luz, não deixe um recanto na sombra. Analise, escute, observe, desligue todas as possibilidades de conflitos, guardando um espírito calmo, perfeitamente concentrado. Reencontre a audácia e a lucidez do guerreiro: em si, desenraíza o medo. Cada vitória sobre si mesmo é como um nascer de Sol. Ultrapassar o medo, todos os medos, abre um horizonte ilimitado. Compreenda que o medo dos outros, do qual se apercebe, sente, é primeiramente o medo de si próprio. Um ser pacificador, que ultrapassou as suas angústias, vai ter com os outros com serenidade.


Mantenha o seu espírito permanentemente na alegria do instante e o medo será vencido. Nenhuma noite é bastante longa e obscura para impedir a madrugada. Os medos as inquietações, as angústias, traduzem um medo mais profundo, que é o da morte. É o Grande Medo que atormenta o homem desde a noite dos tempos. Aprenda a morrer todos os dias alegremente, sem perder o amor à vida, e o seu medo será vencido. Não tema a provação difícil, a lassidão, a perda de esperança. É quando se toca o fundo que se pode olhar para as estrelas. O medo alimenta-se das agitações do seu espírito. Observe os seus medos sem intervir, sem tentar dominá-los ou combatê-los, e eles desaparecerão. Aprenda a conhecer-se, ilumine as zonas de sombra do seu espírito, desmonte os mecanismos do pensamento que o fazem agir e reagir, e o medo desaparecerá... (D.R.)


A coragem não pede uma demonstração heróica, pública, que toda a gente veja, mas uma guerra secreta, no interior de si próprio. A coragem verifica-se todos os dias, nos actos da vida corrente, lutando contra os hábitos, as mentiras, os arranjos, os compromissos, que obscurecem o espírito e impedem a sua libertação
(Dugpa Rinpoché)

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