Brumas de Sintra

Ponto de encontro entre a fantasia e a realidade. Alinhar de pensamentos e evocação de factos que povoam a imaginação ou a memória. Divagações nos momentos calmos e silenciosos que ajudam à concentração, no balanço dos dias que se partilham através da janela que, entretanto, se abriu para a lonjura das grandes distâncias. Sem fronteiras, nem limites

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O meu nome é Maria Elvira Bento. Gosto de olhar para o meu computador e reconhecer nele um excelente ouvinte. Simultaneamente, fidelíssimo, capaz de guardar o meu espólio e transportá-lo, seja para onde for, sempre que solicitado. http://brumasdesintra.blogspot.com e brumasdesintra.wordpress.com

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

QUANDO ME AMEI DE VERDADE



Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exacto. E, então, relaxei. Hoje, sei que isso tem nome... AUTO-ESTIMA. Quando me amei de verdade, apercebi-me que a minha angústia e o meu sofrimento emocional, não passavam de um sinal de que estava a ir contra as minhas verdades.
Hoje, sei que isso é...AUTENTICIDADE.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que me acontecia contribuía para o meu crescimento.
Hoje, chamo a isso... AMADURECIMENTO.


Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação -ou alguém- apenas para realizar aquilo que se deseja, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu. Hoje, sei que o nome disso é... RESPEITO. Quando me amei de verdade, comecei por me livrar de tudo o que não fosse saudável. Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me deprimisse. De início a minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje, sei que se chama... AMOR PRÓPRIO.


Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projectos megalómanos de futuro. Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje, sei que isso é... SIMPLICIDADE. Quando me amei de verdade, desisti de querer ter sempre razão e, com isso, errei muitas menos vezes.
Hoje, descobri a... HUMILDADE. Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Agora, mantenho-me no presente, que é onde a vida acontece. Hoje, vivo um dia de cada vez.
Isso é... PLENITUDE.



Quando me amei de verdade, apercebi-me que a minha mente pode-me atormentar e decepcionar. Mas, quando a coloco a serviço do meu coração, ela torna-se numa grande e valiosa aliada.
Tudo isso é... SABER VIVER!!!
-C.Chaplin-



Para o triunfo do mal, basta que os bons fiquem de braços cruzados
(Charles Chaplin)


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