Brumas de Sintra

Ponto de encontro entre a fantasia e a realidade. Alinhar de pensamentos e evocação de factos que povoam a imaginação ou a memória. Divagações nos momentos calmos e silenciosos que ajudam à concentração, no balanço dos dias que se partilham através da janela que, entretanto, se abriu para a lonjura das grandes distâncias. Sem fronteiras, nem limites

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O meu nome é Maria Elvira Bento. Gosto de olhar para o meu computador e reconhecer nele um excelente ouvinte. Simultaneamente, fidelíssimo, capaz de guardar o meu espólio e transportá-lo, seja para onde for, sempre que solicitado. http://brumasdesintra.blogspot.com e brumasdesintra.wordpress.com

domingo, 25 de maio de 2008

NÓS, PODEMOS FAZER MAIS DO QUE ISSO!


A história (comovente) que irão ler já é muito conhecida. Ela foi publicada na Revista Bombeiros em Emergência nº 19 SP (São Paulo, Brasil) e está em muitos sites especializados. Tem sido lida em diversas formaturas de Bombeiros, e figura em centenas de exposições das Corporações, além de circular pela Internet.


Qualquer que seja a nossa actividade profissional devemos ter em mente a importância de fazermos sempre algo mais. No caso presente, que é uma história verídica, a revista dos Bombeiros de S.Paulo fê-la circular para que a sua filosofia e princípios fossem internacionalizados. E aproveitaram a ocasião para perguntar:


-E vocês, frente aos pedidos dos vossos pais, irmãos, filhos, parentes, amigos, necessitados, têm respondido: Eu posso fazer mais do que isso!


Reflicta se a sua vida tem estado ao serviço do próximo e tome uma decisão hoje mesmo. Um amigo disse-me uma vez:


-Pior do que querer fazer e não poder é poder fazer e não querer (Levi Dias de Santana- Bombeiro)


***

A mãe sentou-se ao lado da cama do seu filho de 6 anos, que estava doente com leucemia (em fase terminal). Embora o seu coração estivesse cheio de tristeza e de angústia, ela era muito determinada e, como qualquer outra mãe, gostaria que o filho crescesse e realizasse os seus sonhos. Agora, isso não seria possível, por causa da doença. Disfarçando a angústia debruçou-se sobre ele, pegou-lhe na mão e perguntou:


- Filho, alguma vez pensaste no que gostarias de ser quando cresceres?


- Mamã, eu sempre quis ser bombeiro! A mãe sorriu e disse-lhe:


- Vamos ver o que podemos fazer.


Mais tarde, naquele mesmo dia, ela foi ao Corpo de Bombeiros local, contou ao chefe a situação do filho e perguntou-lhe se seria possível o garoto dar uma volta no carro dos bombeiros, à volta do quarteirão. O chefe, comovido, disse:


- Nós, podemos fazer mais do que isso! Se estiver com o seu filho, pronto, às sete horas da manhã, daqui a uma semana, nós faremos dele um bombeiro honorário, por todo o dia. Ele poderá ir para o quartel, comer connosco e sair para atender às chamadas de incêndio. E se nos der as medidas dele, nós conseguiremos um uniforme completo: chapéu com o emblema de nosso batalhão, casaco amarelo igual ao que vestimos e botas.


Uma semana depois, o bombeiro-chefe pegou no garoto, vestiu-lhe o uniforme completo e escoltou-o desde o leito do hospital até ao carro. O menino ficou sentado na parte de trás, e foi até o quartel central. Parecia estar no céu... Ocorreram três chamadas naquele dia na cidade e o garoto acompanhou todas as emergências. Em cada chamada, ele foi em veículos diferentes: no tanque, na ambulância dos paramédicos e até no carro especial do chefe dos bombeiros. Todo o amor e atenção que foram dispensados ao menino acabaram por comovê-lo tão profundamente, que ele viveu três meses mais que o previsto pelos médicos.


Uma noite, todas as suas funções vitais começaram a cair dramaticamente e a mãe decidiu chamar ao hospital, a família. Então, lembrou-se da emoção que o filho tinha sentido no dia passado como um bombeiro. Pediu à enfermeira que ligasse para o chefe da Corporação e perguntasse se seria possível enviar um bombeiro para o hospital, naquele momento trágico, para ficar com o menino. O chefe dos bombeiros respondeu-lhe:


- Nós podemos fazer mais do que isso! Estaremos aí em cinco minutos. Mas, faça- me um favor. Quando ouvir as sirenes e olhar as luzes dos nossos carros, avise que não se trata de um incêndio. É, apenas, o Corpo de Bombeiros que vai visitar, mais uma vez, um de seus mais distintos elementos. E, já agora, poderia abrir a janela do quarto dele?


Cinco minutos depois, uma ambulância e um caminhão com escada chegaram ao hospital. Estenderam-na até o andar onde o garoto estava, e 16 bombeiros subiram. Com a permissão da mãe, eles abraçaram-no, seguraram, sorriram e disseram que o amavam.Com voz fraquinha, o menino olhou para o chefe e perguntou:


- Chefe, eu sou mesmo um bombeiro?


- Sim, você é bombeiro e um dos melhores. Com estas palavras, o menino sorriu e fechou os olhos para sempre.

Confia em ti mesmo. Cria o tipo de vida que te fará feliz para o resto dos teus dias. Aproveita as tuas capacidades ao máximo, transformando as pequenas centelhas de possibilidades que tens dentro de ti em chamas de conquista

(Foster McClellan)

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